
A previsão de pagamento dos salários atrasados dos funcionários da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) não existe mais. Na semana passada, a assessoria de imprensa da instituição informara que 40% dos valores devidos aos professores seriam pagos na quinta-feira e o restante, nesta segunda-feira. Um bloqueio judicial das contas da Ulbra, porém, impediu que o acerto fosse cumprido, segundo a assessoria.
Trabalhadores e alunos da Ulbra fizeram na manhã desta segunda-feira mais uma manifestação no campus de Canoas. Em faixas, eles reivindicavam o pagamento dos salários atrasados. De acordo com uma enfermeira, o estabelecimento segue funcionando com 30% do total de funcionários. Segundo a profissional, não foram pagos os salários de janeiro e março dos enfermeiros. Alguns pacientes não conseguiram ser atendidos na manhã de hoje.
Para as 11h de amanhã está marcado um protesto em repúdio à situação vivida pela universidade, no calçadão de Canoas. Às 19h, médicos da instituição se reunirão com representantes do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). O encontro tem por objetivo traçar ações para garantir o trabalho e a manutenção dos serviços dos hospitais, conforme o Simers.
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