
Tá longe do seu grande amor? Compra um desses aí. Antes de desligar, você beija a boca do celular, ele mede a temperatura e a pressão do movimento e retransmite tudo para a pessoa no outro aparelho.
Achei a invenção aqui.

... Segundo o portal G1, A campanha promocional para o lançamento de “Encore”, primeiro álbum de inéditas do rapper Eminem em cinco anos, continua a todo vapor. Desta vez o músico invade o mundo dos quadrinhos, em uma história promocional lançada pelos estúdios Marvel.
O rapper participa de uma inusitada aventura com o anti-herói Justiceiro, que na HQ encontra Eminem depois de um show enquanto persegue um criminoso (e amigo do músico) chamado Barracuda. A história, escrita por Fred Van Lente (de “Filósofos em ação”) e ilustrada por Salvador Larroca (que já desenhou os X-men), pode ser lida em inglês no site oficial da editora.
O novo disco de Eminem deve estar à venda no dia 19 de maio nos EUA. Nesta semana ele também lançou o videoclipe de da música “3 a.m.”, que mostra o rapper agindo como um psicopata fugido de um hospício.
O último álbum de Eminem, "Curtain Call: The Hits," de 2005, vendeu 2,9 milhões de cópias nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan. Seu último disco gravado em estúdio foi "Encore," de 2004, que vendeu 5,1 milhões de cópias.
(retirado da Zero Hora de hoje)
Um problema enfrentado pelo governo do Barack Obama o aproxima da América Latina: o que fazer com o passado? Investigar e punir crimes cometidos por outro governo ou deixar pra lá, para que o passado não complique o presente? Países como o Chile e a Argentina enfrentaram a questão. Nesses, os desmandos das suas ditaduras recentes pelo menos estão sendo discutidos. No Brasil, uma anistia preventiva impediu que se fizesse o mesmo. Nos Estados Unidos, especula-se sobre até onde vai a culpa pelo “interrogatório intensificado”, o eufemismo para tortura usado desde os tempos da Gestapo, no combate do governo Bush ao terrorismo.
O Baraca está sendo pressionado para publicar tudo que existe em papéis oficiais sobre a prática e seus mandantes, mas não parece muito entusiasmado com a perspectiva. O ex-vice-presidente Cheney defende abertamente a tortura. Ele, mais gente como o ex-secretário de Defesa Rumsfeld e o próprio presidente Bush, estaria entre os alvos de uma investigação profunda de responsabilidades, partindo da Casa Branca ou do Congresso.
Pelo que se sabe, o objetivo principal dos primeiros interrogatórios intensificados era estabelecer uma ligação entre a Al-Qaeda e o regime do Saddam Hussein, o que fortaleceria os argumentos do governo Bush para invadir o Iraque. Cheney diz que a informação conseguida com a tortura impediu novos ataques terroristas aos Estados Unidos, mas a informação que mais queriam não apareceu. Não havia a ligação Al-Qaeda/Saddam, assim como não havia armas de destruição em massa no Iraque. Mas a invasão aconteceu assim mesmo. A tortura, no caso, era irrelevante.
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A comparação dos Estados Unidos com países da América Latina no mesmo dilema é superficial, claro. Obama não sucedeu a um governo ditatorial que tivesse suprimido os direitos civis, por pior que se considere Bush e sua gangue. Mas é justamente a anomalia que representava a tortura num Estado de direitos garantidos, a afronta aos tais valores americanos, que hoje reforça a pressão para que tudo seja investigado e punido, incomode a quem incomodar. É verdade que não deixa de haver uma certa hipocrisia nessa indignação retroativa à procura de reparação.
Como lembrou, há dias, o Zuenir, durante muitos anos o exército americano manteve em Fort Benning, no Estado da Geórgia, uma Escola para as Américas, onde militares latino-americanos iam aprender táticas de repressão para enfrentar a ameaça comunista no hemisfério e onde métodos de interrogatórios não convencionais, outro eufemismo, faziam parte do currículo. A escola ainda existe, mas mudou de nome. O outro ficara muito falado. Não sei se o currículo ainda é o mesmo, mas, se o Baraca se animar, também pode incluir este passado nas suas considerações.
da Folha Online
A Apple está em negociações adiantadas para comprar o serviço de microblogs Twitter e pode anunciar um acordo no mês que vem, segundo sites especializados em tecnologia nos EUA. O valor para a aquisição seria de até US$ 700 milhões.
Outras empresas como Microsoft, Google e Facebook --com uma oferta de US$ 500 milhões-- já estiveram relacionados a rumores de compra do Twitter. Desta vez, segundo o Gawker.com, a Apple poderia pagar a aquisição em dinheiro, e não em uma troca de ações, como foi proposto nas outras negociações. O TechCrunch afirma que uma fonte "normalmente confiável" também passou informações sobre o negócio.
A ideia seria anunciar a compra durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), que acontece em junho. Hoje, o valor de mercado do Twitter está avaliado em US$ 250 milhões, apesar de praticamente não dar lucro. Esse valor foi captado pela empresa junto a um grupo de investidores.
Lançado há três anos, o Twitter permite que as pessoas postem mensagens de até 140 caracteres. O site tem alcançado bons níveis de crescimento, mas sofre com a "retenção de usuários". Uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen Online apontou que mais de 60% dos usuários param de usar o serviço um mês após aderir a ele.
"Em outras palavras, o índice de retenção de audiência, ou a porcentagem de usuários em um certo mês que voltam no mês seguinte está atualmente em 40%", afirma David Martin, vice-presidente de pesquisas da Nielsen Online.
Segundo Ana Maria Bahiana, da uol.com.br, nem mesmo com a famosa cópia pirateada ( e sem efeitos) circulando desde abril pela rede, X Men Origins: Wolverine bateu um monte de recordes daqueles que os estúdios tanto se orgulham, nos EUA e pelo mundo afora. Conclusão dos fãs: mesmo quem deu uma primeira olhada na cópia bootleg preferiu ir ao cinema para ver o filme com tudo a que tinha direito. Inclusive os dois Easter eggs diferentes que aparecem durante os créditos finais.E é claro que Hugh Jackman - astro e produtor do filme - já está comprometido com mais uma aventura de Logan, que será rodada parcialmente no Japão, seguindo a trama samurai antecipada nos comix.
Onde os piratas estão realmente dando prejuízo? No cinema independente, que já está sofrendo horrores com a recessão e a fuga dos grandes financiadores para as franquias e filmes digestivos. Um amigo, produtor independente de sucesso, viu seu novo projeto ir por terra quando foi contabilizada a receita futura de DVD no mundo, drasticamente emagrecida pela cópias informais, essas vendidas nas calçadas.
Segundo Site da RollingStone, Anjos e Demônios, adaptação cinematográfica do livro homônimo de Dan Brown (de O Código da Vinci, já transportado para as telas), sofreu obstruções do Vaticano, garantiu o diretor da fita, Ron Howard. Os filmes passaram longe de ser recebidos com braços abertos na cidade-estado da Igreja Católica. Mas, em coletiva de imprensa no domingo, 3, o cineasta disse que, ao contrário de ...Da Vinci, Anjos e Demônios teve zero cooperação do Vaticano.(retirado da Zero Hora de hoje)
Há dias, assisti a um concerto de piano em que o pianista precisava ler a partitura. Portanto precisava de alguém ao seu lado para virar as páginas da partitura. “Mais uma!”, pensei, entusiasmado, e já me explico.
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Não fazia muito, eu tinha começado uma lista de coisas que continuavam as mesmas através dos anos. Coisas que eram iguais, hoje, ao que eram no tempo dos nossos avós. Ou mais ou menos iguais. A técnica podia tê-las aperfeiçoado aqui e ali, mas, basicamente, continuavam as mesmas que antes, com o mesmo uso.
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A primeira coisa na minha lista era papel higiênico. Pouco mudou o papel higiênico desde que alguém teve a ideia de vendê-lo enrolado num cilindro de papelão e – imagino que mais tarde – picotado, para fácil acesso e manuseio. A qualidade do papel melhorou desde que nossos avós comentavam a sua aspereza, que era igual para todos, sem sonhar que um dia haveria mais suavidade para quem pudesse pagar por ela. Hoje há uma grande escolha de texturas e cores – mas o velho rolo continua o mesmo, e colocado no mesmo lugar.
Certa vez, tivemos a ideia de fazer histórias em quadrinhos impressas em papel higiênico. A pessoa iria puxando o papel e acompanhando a historinha. Havia o risco de o consumidor se interessar pela história e desenrolar mais papel do que o necessário, mas as pessoas sensatas deixariam para ver a continuação na próxima, no próximo... Enfim, depois. A ideia não foi adiante, apesar da perspectiva de ganharmos muito dinheiro, porque ninguém aguentou a ideia de ver seu desenho passando por isso. Ou, no caso, aquilo.
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Outra coisa que pouco mudou é guarda-chuva. Claro, hoje existem guarda-chuvas bem melhor estruturados do que aqueles que, a qualquer ventania, se transformavam em urubus atropelados. Há guarda-chuvas dobráveis que ficam tão pequenos que cabem no bolso da camisa. Mas, em essência, o guarda-chuva continua sendo uma tendinha portátil para guardá-lo da chuva – quando você esperava que já tivessem desenvolvido, sei lá, alguma espécie de domo de laser invisível, controlado pelo movimento das sobrancelhas, que lhe protegesse da chuva sem o perigo de ser esquecido em táxis e restaurantes. Mas não há nenhum aperfeiçoamento previsível no futuro do guarda-chuva.
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O problema com a minha lista era que ficara muito curta. Pensei em incluir o lápis, que também continua o mesmo desde que foi inventado – mas o que mais? Foi quando vi o moço virando as páginas da partitura para o pianista. Sua função era antiga como o piano e não mudara com o tempo. Ele poderia estar virando as páginas para o Lizst. Não aparecera nada, como uma partitura eletrônica sensível ao som cujas páginas virassem sozinhas de acordo com a música, no momento certo, para substituir o virador. Mais uma coisa para a minha lista!
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Outra coisa que não muda, claro, é a compulsão de fazer listas.