sábado, 2 de maio de 2009

Microsoft cria um MSN só para catástrofes

A epidemia de gripe suína já não assusta tanto, mas parece que os caras resolveram aproveitá-la para mostrar sua última invenção: o Microsoft Vine,

que ainda não está aberto ao público em geral mas já pode ser acessado por convidados. É uma espécie de Messenger, mas só para situações de emergência

e catástrofes em geral - o anúncio aí de cima, por exemplo, sugere o uso do Vine durante uma enchente. No lugar da sua lista de contatos, aparece um mapinha com todos eles, e ícones apontando se estão bem ou mal. Credo...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

o Yeti de jardim [O.O]

Essa eu vi no "Clube do Hardware"... entre um post, do Gabriel Torres, e outro, encontrei algumas perólas das grandiosas revistas SkyMall, que vão entrar para invenções bizarras [O.O] (bem que podia tocar uma música de rock n' roll agora... vou providenciar isso pra uma próxima [xD])

A seguir parte do primeiro texto de Gabriel Torres sobre a respectiva revista, SkyMall:
"Quem já viajou para os EUA conhece. Quem nunca viajou não sabe o que está perdendo. Ela é diversão garantida ou seu dinheiro de volta. Não estou falando de nenhum parque temático. Estou falando da SkyMall, a revista que é distribuída dentro do avião e que vende as tralhas mais bizarras já inventadas. Alguns dos produtos são normais, caindo apenas no quesito “gosto duvidoso” – por exemplo, flamingos para você colocar no seu jardim ou coqueiros artificiais com luzinha de natal em volta. Eu não compraria, mas eu já sabia que este tipo de tralha existia."

*Senhoras e senhores, A Estátua do Abominável Homem das Neves: Sem comentários, de longe leva o prêmio de primeiro lugar em nossa seleção de Inveções Malucas(sendo o próprio Yeti uma próvavel invenção [=D])


Hoje é dia de São José (operário) \o/

José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.

Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galiléia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.

O Evangelho de Lucas atesta que o imperador Augusto ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluía toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ser esta a terra de seu esposo. Nessa época, reinava na Judéia Herodes, o Grande, monarca manipulado pelos romanos, célebre pela crueldade.

O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que é referida a ascendência de Jesus até Davi e Abraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico de Jesus. José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu-lhe, em sonho, um anjo que pede-lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo", passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus abre o Novo Testamento.

O texto evangélico também é insistente —ao apresentar a genealogia de José e citar uma linha patrilinear que inclui os reis de Judá e vai até Davi e Abraão— em ressaltar terríveis impurezas morais na ancestralidade de José, o marido de Maria a mãe de Jesus. Entre tantos homens, somente quatro mulheres, além de Maria, são citadas por Mateus nessa lista genealógica: Tamar, Raabe, Rute e a mulher de Urias (Betsabé), respectivamente: uma incestuosa, uma prostituta, uma estrangeira (era proibido aos israelitas casarem-se com estrangeiras) e a que foi tomada como esposa pelo rei Davi, que para obter isso encomendou a morte de seu marido, Urias, significando aqui o assassinato e o adultério.

Nessa época, Maria, sua esposa deu à luz Jesus numa manjedoura, pois não encontraram outro local para se hospedarem em Belém. Devido a tirania do rei Herodes e de sua fúria em querer matar o menino Jesus por ter ouvido que havia em Belém nascido o Cristo (o Messias), a Biblia, no Evangelho de Mateus, refere que Deus, igualmente em sonho, orientou seu esposo José para que fugissem para o Egito. Assim, apenas nascido, Jesus já era um exilado, juntamente com José e Maria seus pais.

Posteriormente, tendo Herodes morrido, um anjo de Deus, igualmente em sonho, aparece a José e orienta-o para que regressem à terra de Israel "porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino". Ao regressar, tendo ouvido que Arquelau (Herodes Arquelau) reinava na Judéia no lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá e, por mais uma vez, em sonho, tendo sido prevenido por divina advertência, retirou-se para a região da Galiléia, voltando a família a residir em Nazaré.

O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Na Páscoa desse ano, "o menino Jesus permaneceu em Jerusalém sem que seus pais soubessem", os quais "passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos" e, por fim, o reencontraram no Templo da Cidade Santa "assentado entre os mestres, ouvindo-os e interrogando-os, os quais se admiravam de sua inteligência e de suas respostas". "Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados" e Maria, sua mãe, diz-lhe: "Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura", sendo essa sua última referência a José estando vivo.

São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja católica romana"; por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dia 30/04, um grito meu...




Eu, mesmo não pagando IR, concordo em TUDO no que o Jornalista Luiz Carlos Prates diz no vídeo acima... e a tem gente que corre mesmo pra poder pagar este imposto... e toda essa bagunça acontece com esse imposto retido na fonte, que "de certa forma", é nosso[¬¬"].

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Quem é parceria de ginetiar na rampa o planalto central?

Ah é, é? - L.F. Verissimo

(retirado da Zero Hora de Hoje)

Você eu não sei, mas, quando há um bate-boca como aquele entre os ministros Mendes e Barbosa, eu sempre lamento a falta de um texto melhor. Claro, no calor da briga ninguém pode escolher as palavras ou cuidar do valor literário dos seus insultos, mas é impossível deixar de imaginar o que um bom roteirista teria feito com a cena, escrevendo para os dois lados.

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Certa vez, criei um personagem para um antigo programa do Jô, na Globo. Era o cara que só pensava numa boa resposta quando não adiantava mais. Ele estava caminhando na rua, dentro de um ônibus ou numa reunião com amigos e de repente soltava uma frase, como “Só se a sua mãe for junto!”. Depois explicava que dias antes alguém lhe dissera para ir tomar banho (no tempo em que mandar alguém se lavar era insulto pesado) e só agora lhe ocorria uma boa resposta. Na hora, ficara só dizendo “Ah é, é? Ah é, é?”, enquanto pensava numa frase devastadora que nunca vinha.

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Há profissionais da resposta pronta, repentistas que retrucam não só no ato, como rimado, mas a maioria só pensa no que poderia ter dito muito depois. Humoristas, e supostos humoristas, padecem mais do que os outros com a expectativa de que terão a boa resposta na ponta da língua. Como têm que zelar por uma reputação de tiradas espontâneas, são os que mais precisam pensar na frase, revisá-la e burilá-la para apresentá-la, de preferência uma ou duas semanas depois.

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O sentimento de insuficiência na retaliação verbal é tão comum, que deveria existir uma expressão, talvez uma daquelas intermináveis palavras compostas com que os alemães transmitem o máximo de sensações possíveis sem o uso de vírgula, hífen ou violino ao fundo, que a descrevesse. E a expressão existe. Mas não é alemã. Diderot, o mais enciclopédico dos enciclopedistas franceses, pois aparentemente dava palpite sobre tudo, chamava a frase que só vem depois de “esprit d’escalier”. Perfeito: o espírito que só nos socorre quando já estamos descendo a escada.

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Nos bate-bocas brasileiros predomina o “sprit d’escalier”. O que vem na hora raramente passa do “Ah é, é? Ah é, é?” ou equivalente.

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(Você eu não sei, mas eu torço pelo Barbosa.)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Woody Allen quer fazer filme no Brasil

Segundo o Site da revista "Rolling Stone", Woody Allen está de olho no Brasil para rodar um filme. Segue a revista: "Levantada desde dezembro, a possibilidade foi confirmada à correspondente do jornal O Globo.

Após filmes na Espanha (Vicky Cristina Barcelona) e na Inglaterra (Ponto Final - Match Point, O Grande Furo e O Sonho de Cassandra), o cineasta norte-americano perpetua sua "globalização" atrás das câmeras, com próxima parada na França, em 2010.

Mas sua agenda não descarta o Brasil para o ano que vem. "Recebi uma proposta de fazer um filme no país. São conversas ainda preliminares. É claro que precisaria estudar um pouco sobre o país para ver um roteiro que se adapte bem por lá", contou ao jornal do Rio de Janeiro. Se depender dele, a empreitada está de pé: "Estou interessado em fazer este filme no Brasil, se a oferta da produção seguir adiante".

Na semana passada, Allen apresentou seu trabalho mais recente, Whatever Works, no Festival de Tribeca, criado em 2002 por Robert De Niro, em reação aos atentados de 11 de setembro. O filme, com Larry David e Evan Rachel Wood encabeçando o elenco, é uma volta à Nova York, cinco anos passados desde Melinda e Melinda, realizado na indefectível Manhattan alleniana. Filmar em sua cidade-fetiche, contudo, dói no bolso, afirma Allen. Por isso, ele assegurou que continuará topando propostas mundo afora - a maior parte dos US$ 15,5 milhões do orçamento de Vicky Cristina Barcelona, por exemplo, veio do governo da cidade espanhola.

Conforme apurou o site da Rolling Stone Brasil, o convite partiu da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, no ano passado, por meio da Rio Film Office - tida como a film comission carioca, responsável por atrair produções de fora para o Estado. Cristina Becker, à frente do escritório, afirmou que a crise econômica pode ter passado feito furacão pelo mundo, mas trouxe ventos favoráveis ao Rio, pelo menos no setor. Em uma feira de locações realizada ano passado, em Los Angeles, "o assunto do momento era como driblar os efeitos da crise, e o assunto da feira foi o Brasil" - opção mais em conta na hora de rodar um filme.

Em entrevista ao site G1 em dezembro, o empresário Cláudio Loureiro, da agência de publicidade Heads - que levou o convite à secretaria de cultura - contou que a isca para Woody, além da famosa paisagem carioca ("já imaginou essas belezas sob a lenda do Woody Allen?"), seria o patrocínio de US$ 7 milhões, ou R$ 15 milhões - valor menos polpudo do que o oferecido pelos espanhóis, em Vicky Cristina Barcelona.

Se as negociações vingarem, o cast deverá incluir elenco local, e a nova musa de Allen poderá ser uma atriz brasileira.

Rio internacional
Os Mercenários, com direção de Sylvester Stallone, completará a etapa de gravações nesta quinta, 30, em Mangaratiba, interior do Rio de Janeiro. A próxima obra de tarimba internacional a ser rodado no Estado será 11 Minutos, dirigida por Hany Abu-Assad e baseada no best-seller global, de mesmo título, de Paulo Coelho. No elenco, a paulistana Alice Braga e o norte-americano Mickey Rourke, recentemente premiado com o Globo de Ouro de melhor ator por sua volta às telonas, em O Lutador, de Darren Aronofsky."

Aspirador de pó lê a mente e faz trabalho por você[O.O]

(Essa é a primeira duma série de invenções malucas que vou catar na internet [Oo]... acreditem, já tenho umas 7 invenções doidas..)

Tem que limpar a casa, mas está meio de saco cheio? O novo Roomba detecta a necessidade e faz o serviço por você. O melhor é que ele mede seus níveis de estresse e se forem altos, ele faz o serviço rapidinho mantendo do dono certa distância - pra não te irritar com o barulho. Se seu humor estiver melhorzinho, ele chega mais perto pra fazer companhia.

Como ele faz tudo isso? Um visor capta sinais bioelétricos da sua testa e um software traduz os dados em pouco tenso, tenso e muito tenso. Fala aí se ele não tá deixando a Rose no chinelo?

OS: Fiz uma pequena pesquisa aqui na fundação em que trabalho e, no mínimo, uma entre 3 pessoas gostariam de ter o robôzinho em casa...
toda nas próximas 7 sextas-feiras têm mais [;D].

bjoteligo [=P].

terça-feira, 28 de abril de 2009

Alfabeto no Google Earth ??? [O.o]



O designer gráfico Rhett Dashwood usou o Google Earth para encontrar imagens que formassem as letras do alfabeto. A tarefa demorou seis meses para ser concluída.

...

Tem gente que tem tempo, hein?? As pesquisas da inglaterra já perderam a graça pra mim depois desse ae [=P].

Gordos e magros - L.F. Verissimo

(retirado da Zero Hora de ontem)

O filme Spartacus, sobre a revolta de escravos que ameaçou o império romano, foi dirigido por Stanley Kubrick, mas o projeto não era dele. Kubrick foi chamado quando as filmagens já tinham começado, sob direção do Anthony Mann, que desistiu. Assim, embora não o envergonhasse, Spartacus não era um filme kubrickiano. Cabem a Howard Fast, autor do livro em que se baseou o roteiro, e a “Sam Jackson”, autor do roteiro, as palmas pelo maior mérito de Spartacus, que é o de ser um dos melhores filmes políticos de todos os tempos. “Sam Jackson” era o pseudônimo de Dalton Trumbo, uma das vítimas do macartismo que não podiam trabalhar sob o seu próprio nome. Além de ser uma epopeia libertária, o Spartacus de Fast e Trumbo é também uma sutil reflexão sobre o poder na Roma antiga, e o poder desde então.

***

As duas forças em confronto no coração do império são representadas no filme pelo aristocrata Crassius, ou Lawrence Olivier, e o populista Gracchus, Charles Laughton, que só têm em comum o fato de serem membros do mesmo patriciado. É a gente como Gracchus e Crassius que o Júlio César do Shakespeare se refere quando diz que prefere estar rodeado por homens gordos que dormem bem a magros que pensam demais. O Crassius de Lawrence Olivier é a personificação da autoproclamada virtude cívica da sua casta, destinada desde o berço a impedir que sua Roma idealizada seja conspurcada pela ralé. Para Crassius, a maior ameaça da revolta dos escravos é o seu exemplo. Se a ideia de insubordinação for contagiosa, nada salva o poder da sua classe. Crassius também é a personificação dos magros dissimulados temidos pelo Júlio César de Shakespeare. Já na barriga e na cara do Charles Laughton está toda a decadência de Roma, mas sua corrupção o humaniza e sua oposição a tudo que Crassius representa o enobrece. No fim, é a ajuda do devasso Gracchus que salva a mulher e o filho de Spartacus da morte. Gracchus se suicida, Crassius vence o confronto e sua classe mantém o poder. E Spartacus é crucificado, mas o exemplo não morre com ele.

***

Através da história, os magros e os gordos têm se enfrentado com diferentes disfarces, Gracchus e Crassius com outras caras. Os “magros” nem sempre são magros e os “gordos” nem sempre são gordos, mas as oposições se repetem. Autoritarismo contra transigência, moralismo contra deixa-pra-láismo e a questão antiga como Roma: a corrupção pode ser um mal menor, comparada com as más intenções que a virtude muitas vezes esconde?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Melhores erros do Jornalismo (by CQC)

A gripe suína no google maps

Para quem quiser acompanhar (quase) ao vivo o alastrar de casos e suspeitas da gripe suína, criaram no Google Maps um mapa com todos os relatos da doença. Tudo indica que quem criou o mapa foi Henry Niman, fundador e presidente da Recombinomics, uma companhia voltada a pesquisas biomédicas, em especial agentes infecciosos.

Funciona assim: os roxos são casos confirmados, os rosas as suspeitas e os amarelos os negativos. Os marcadores sem uma bolinha preta no meio indicam mortes.

O caso brasileiro, ainda uma suspeita, não consta no mapa, mas pode ser que seja questão de minutos (a última atualização antes deste post que aqui vos fala foi às 9h da manhã de hoje, 27).

Vale para os hipocondríacos, apocalípticos, fanáticos por War e curiosos de plantão.

a história dos cágados.... e o jornalismo investigativo do Papáeu

A reportagem da Zero Hora


E a entrevista do Papáeu com o fotógrafo [xD]