quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mostrador Decimal xD

Pra quem ainda está atolado na matéria do Freisleben (que é bem barbadinha '-.-) e tem somente essa semana pra "se safar", ou passar, vou postar aqui o relatório do meu Projetinho que nem sei como devo chamar... até o fim deste post, juro inventar um nome para ele ^^'

Comecemos pensando assim:

Channel

D

C

B

A

0

0

0

0

0

1

0

0

0

1

2

0

0

1

0

3

0

0

1

1

4

0

1

0

0

5

0

1

0

1

6

0

1

1

0

7

0

1

1

1

8

1

0

0

0

9

1

0

0

1


Observando cada COLUNA, eu tiro a seguinte conclusão:

Sa = S1+S3+S5+S7+S9
Sb = S2+S3+S6+S7
Sc = S4+S5+S6+S7
Sd = S8+S9

o CKT de portas Lógicas fica assim:

(clique no desenho para ver maior e com mais detalhes)
Sabendo disso, podemos passar a decodificação do BCD criado, para o display de sete segmentos que a tabela da verdade é como esta:

A

B

C

D

a

b

c

d

e

f

g

0

0

0

0

1

1

1

1

1

1

0

0

0

0

1

0

1

1

0

0

0

0

0

0

1

0

1

1

0

1

1

0

1

0

0

1

1

1

1

1

1

0

0

1

0

1

0

0

0

1

1

0

1

1

1

0

1

0

1

1

0

1

1

0

1

1

0

1

1

0

0

0

1

1

1

1

1

0

1

1

1

1

1

1

0

0

0

0

1

0

0

0

1

1

1

1

1

1

1

1

0

0

1

1

1

1

0

0

1

1


Pra quem não lembra, o display de sete segmentos é demonstrado abaixo, lembrando que nos displays catodo UM dos K deve ser ligado, no catodo K têm de ser plugado em nv baixo, se for anodo K é ligado a tensão.

(clique no desenho para ver maior e com mais detalhes)
O CKT de portas lógicas completo utilizando cada coluna da tabela anterior (sim, na tabela anterior, cada coluna representa um LED do display que vai ser acionado com cada combinação BCD pura) ficaria mais ou menos assim:
(clique no desenho para ver maior e com mais detalhes)

Bem, acho eu que vc não vai desejar utilizar 13 CIs, então gostaria de apresentar a vcs, com ultra-exclusividade, um CI denominado HEF4511B... ele serve pra decodificar o BCD para o Display de sete segmentos, como um contador, mas não é para contador que o utilizaremos e sim, somente para demosntrar o botão que apertamos decimalmente (olha que bunita frase), então clique aqui e veja o datasheet do 4511.
Abaixo segue o diagrama final com os CIS utilizados, mas no simulador o 4511 só funcionou quando coloquei os três supra citados em 1, o que é um ERRO DO PROGRAMA!

(clique no desenho para ver maior e com mais detalhes)

O certo é que se observada a tabela na terceira pagina do datasheet, vc irá perceber que a entrada 'BI e 'LT devem ser colocadas em nv alto (+) e 'EL deve ser ligado ao nivel baixo (-).

Sobre os resistores no desenho, algumas explicações se fazem devidas, CADA SEGMENTO nescessita de um resistor, para evitar a sobrecarga no display. Os resistores em paralelo com as entradas são chamadas de "pull down", pq isso? Simples, em teoria quando a chave é fechada, fica sem tensão, mas na real não é isso que acontece... as vezes algum tipo de tensão acaba ficando no CI e ela pode acionar o CI 4071 e ele acaba acionando a saída que acaba acionando o 4511 e assim por diante. Os resistores servem para quando a chave desligar, a tensão sobresalente será jogada para o terra.

Qualque dúvida ou sugestão pra melhoria, entrem em contato por: kenshin_alves@hotmail.com
see yah^^

Ruth Cardoso...



A antropóloga sofria de problemas cardíacos e morreu, no dia 24 de junho, no seu apartamento em SP, aos 77 anos.

Eis algumas linhas sobre o que li sobre "Dna" Ruth Cardoso:
Ruth Cardoso nasceu em Araraquara (SP) em 19 de setembro de 1930. Antropóloga de formação, foi professora da Universidade de São Paulo (USP). Como professora, lecionou na Universidade do Chile, Berkeley e Columbia, ambas nos Estados Unidos.
Ela publicou vários livros. Durante o mandato do ex-presidente FH, fundou o programa Comunidade Solidária.

Encerra-se,com a morte de Ruth Cardoso,um capítulo fascinante na história do Brasil:a vida de uma mulher ímpar,que jamais viveu à sombra de seu marido,teve luz própria e a espargiu ao seu redor,contaminando a todos que com ela conviviam.Nunca acomodou-se com sua privilegiada situação de riqueza e intelectualidade,de sua posição política,detestava ser chamada de primeira dama e usou de sua influência apenas para ajudar aos necessitados,o que fez com maestria e inteligência.Uma mulher admirável!

Esteja onde estiver "Dna" Ruth, que esteja em paz.

Aproveito a simbologia dessa grande mulher pra dizer uma única mensagem que sempre me volta a mente quando alguém "vai dessa pra melhor":
"APROVEITE cada minuto pois o tempo não voltα, o que voltα é α vontαde de voltαr no tempo!"
Aproveitem a vida^^

Workshop com Joe Satriani! \o/

Já pensou fazer umas aulas de guitarra com um dos caras mais VIRTUOSOS do mundo, o JOE SATRIANI? Pois agora, graças à internet, isso já vai ser possível. O site WORKSHOP LIVE PONTO COM já botou no ar as primeiras videoaulas com o cara. Ele vai ter um espaço exclusivo, chamado SATCHZONE, com duas atualizações por mês. Isso, além de entrevistas e uma INTERFACE com um monte de recursos pro aluno. O cara disse que vai aproveitar as suas aulas pra responder à MONTOEIRA de perguntas que seus fãs guitarristas sempre lhe fazem. A equipe do site vai trabalhar junto com ele pra preparar o material. Anota aí: WORKSHOPLIVEPONTO.COM, SATCHZONE. O serviço é pago, mas vale a pena, né?


(retirado do Site poprock.com.br)

Eu só não faço por falta de grana mesmo '-.-

aeeeee \o/

Acabei a matéria de Digital II, finalmente, agora falta a matéria de CKT Reativos ¬¬"
vai ser infernal a próxima semana ¬¬"
Mas agora posso respirar um pouco.
com tempo, eu posto algumas coisas importantes de serem lidas, inclusive o projeto da aula de Digital II (não, meu projeto ultra-secreto, continuará ultra-secreto^^").

PS: Heavy, Trash, e blabla Metal me acalmam mesmo.
OO'

Dunga, de novo

(retirado da Zero Hora, dia 26/06/2008)

Mudam os termos ("cabeça-de-área", tantas vezes confundido com "cabeça-de-bagre", deu lugar ao mais elegante "volante de contenção", por exemplo), mas a briga continua. Não se fala mais em futebol-arte contra futebol-força, misericordiosamente, mas grande parte da discussão em torno do Dunga como técnico tem a ver com velhos conceitos em torno do Dunga como jogador. Seus críticos perguntam que outro futebol poderia estar jogando a Seleção senão o futebol tosco e sem brilho do seu treinador. Mas na medida em que muitos dos velhos conceitos eram mais preconceitos do que qualquer outra coisa, Dunga está sendo injustiçado. De novo.


Julho de 1994. Estamos - jornalistas, torcedores, alguns nativos perplexos que nada têm a ver com a Copa do Mundo em curso - num avião entre a Califórnia, onde a Seleção acabara de vencer os Estados Unidos por 1 a 0, e Dallas, onde a Seleção enfrentaria a Holanda. Na fileira atrás da minha, três brasileiros trocam impressões sobre o time do Brasil. É consenso entre os três que com Dunga não dá. Que Dunga tem que sair do time.

- O homem não acerta um passe! - diz um deles.

Como no jogo da véspera, contra a seleção americana, Dunga tinha não só acertado vários lançamentos longos como feito o passe para Bebeto marcar o gol da vitória, fiquei pensando no terrível poder do preconceito, que faz até cérebros negarem o que os olhos vêem.

De onde vinha o preconceito? Em grande parte do biótipo do jogador. Dizem que caráter é destino. Não é não: jeitão é destino. O jeitão do Dunga, sua maneira de pisar e de correr meio corcunda era a negação de tudo que já se vira em campo e culpado pela sua rejeição. No caso do Dunga, o jeitão representava o caráter - a obstinação, a objetividade, a entrega total ao jogo - , mas isso o preconceito não registrava. Suas jogadas bonitas (depois de Gerson e de Rivelino, ninguém dominou a arte do lançamento longo como Dunga) eram tão incongruentes, tão contra o biótipo, como um passo de dança do Quasímodo, que também repeliam. E, no entanto, o jeitão do Dunga ajudou a vencer aquela Copa dos Estados Unidos e só não ajudou a vencer a Copa seguinte, na França, onde ele jogou até mais do que em 94, porque deu Zidane contra.

Se Dunga é um bom treinador e merece estar onde está, não sei. Mas se cair que seja pelos seus erros reais. Não pelo velho preconceito cego.

(Luis Fernando Verissimo)