sábado, 25 de abril de 2009

PAPAÉU E O ATAQUE DOS CLONES (ADULTO)


Segue acima vídeo dum pedacinho da peça.

Quando Also Starring cria uma máquina de clonagem humana num laboratório de fundo de quintal, tudo o que precisava era de uma cobaia destemida como o Papaél para testá-la. O que ele não esperava eram os efeitos colaterais, que fariam o feitiço virar contra o feiticeiro.
Papaéu e o Ataque dos Clones é uma divertida comédia onde Celso Sant'Anna está na pele de um cientista picareta que usa sua invenção sem nenhum escrúpulo, enquanto Eron Dal Molin interpreta o colono Papaél e mais cinco personagens, todos conhecidos dos ouvintes do Cafézinho, da Pop Rock.

Ficha Técnica
Elenco
Eron DalMolin - Papéu
Celso Sant'Anna - Also Starring
Confecção de cenários e adereços: Julio Freitas & Cia
Figurinos: Maguida
Trilha Sonora: Eron Dal Molin
Operação de som e luz: Celso Sant'Anna
Coreografia: Alex Abdalah

[=P]

Guitar Hero: Metallica (análise da UOL)

AKIRA SUZUKI
Colaboração para o UOL

Entre os adoradores de heavy metal, o Metallica tem status de mito. O grupo surgiu no começo da década de 80, e assombrou os fãs com canções rápidas, pesadas e furiosas, gênero que viria a ser denominado thrash metal devido a sua agressividade, uma verdadeira "porrada na orelha". No entanto, ao longo dos quase 30 anos de carreira, já protagonizou várias polêmicas.

O Metallica do começo de carreira era orgulhoso de ser "underground", avesso a mídia e a tudo que cheirasse comercial. A banda capturou o espírito dos fãs com álbuns lendários, caso de "Master of Puppets", de 1986, tido como um dos mais influentes discos de heavy metal de todos os tempos. O ponto de virada para alcançar o público "mainstream" se deu a partir "... And Justice for All" - foi quando o grupo gravou seu primeiro videoclipe - e foi sedimentado com o "álbum preto", que chegou a primeiro lugar da Billboard. Como era de se esperar, não faltou fãs acusando-os de se "vender ao sistema".

É esse grupo, com tudo que ele representa, que estrela "Guitar Hero Metallica". Esse é o resultado da evolução de uma banda que aprendeu a lidar com as possibilidades da tecnologia. Antes, eles lançaram "Death Magnetic", seu mais recente álbum, simultaneamente em CD e em faixas para "Guitar Hero World Tour", fato inédito para um jogo musical. Até então, o Metallica era uma pária da internet, por ter processado o Napster, a mãe de todos os sistemas de compartilhamento de arquivos.

Todo peso do metal

Em resumo, "Guitar Hero: Metallica" é um "Guitar Hero: World Tour" "customizado", que em todos os aspectos remetem ao grupo, dos menus aos extras, passando, obviamente, pela trilha sonora. Está aqui a mesma mecânica de jogo, de seguir guias de ritmo que aparecem na tela usando controles que imitam instrumentos musicais. O game aceita até quatro jogadores, cada um no comando de uma parte: guitarra, baixo, bateria e voz.

O título não economiza em "fan service". Por todas as partes que se olhe, há desenhos e cenários que fazem parte da história da banda. Existe um farto material de imagens e vídeos, mostrando cenas raras do quarteto, como o histórico show na Rússia, ou sua volta a uma dessas casas de show modestas do início da carreira. No entanto, o ponto alto fica para os Metallifacts, em que mostra curiosidades - algumas realmente interessantes - sobre cada canção da banda.

Em última instância, o que define a qualidade de um jogo desse tipo é o repertório e o quão divertido é tocar as canções. O primeiro quesito é algo estritamente pessoal, mas se você é fã do grupo, principalmente da época dos cinco primeiros discos, as chances são de amar grande parte das 28 canções do Metallica aqui presentes. Estão na trilha sonora algumas das mais consagradas faixas da banda, casos de "Whiplash", "Fade to Black", "Master of Puppets", "Welcome Home (Sanitarium)" e "Enter Sandman". É possível também adicionar faixas de "Death Magnetic", através de download (só nas versões para Xbox 360 e PlayStation 3) - no entanto, essas são as únicas canções que podem ser baixadas nessa edição do game.

"Guitar Hero: Metallica" também passa com louvor no teste da diversão. Tanto as canções do quarteto como as das bandas convidadas são consistentes e prazerosas de tocar. O ponto alto é a variedade rítmica: há trechos intrincados, mudanças bruscas de ritmo e partes de pura marretada sonora. A plenitude acontece na dificuldade Expert +, exclusivo para a bateria, que, usando dois pedais, simplesmente todas as notas de bumbo precisam ser tocadas. E, em se tratando de Metallica, isso beira o insano.

Fritando as cordas

Em geral, o game mais desafiador que um "World Tour", por exemplo. Aqui, não há nenhuma canção ridiculamente simples, mas não é um salto tão grande que impeça jogadores inexperientes de apreciar o título. Primeiro, existem níveis de dificuldade realmente baixos - como o "beginner" - e, depois, o sistema de progressão na carreira é bem generoso, sendo possível chegar ao final tocando menos da metade do repertório. Ou seja, evita-se aquela situação em que uma ou duas músicas difíceis impeçam avançar no jogo. O título traz praticamente todas as funcionalidades de "Guitar Hero: World Tour", como o multiplayer online e o estúdio de criação (com novos timbres de instrumento).

"Guitar Hero: Metallica" também compartilha com "World Tour" os mesmos pontos fracos. O primeiro é um modo de carreira que beira o tosco de tão simples. E, depois, não dá para entender por que as canções disponíveis para "World Tour" não podem ser usadas no game. Ou por que as canções contidas em um game não podem ser transferidas para o outro. Nesse ponto, o rival "Rock Band" dá show.

A produção é caprichada. O time da Neversoft conseguiu achar um estilo interessante para reproduzir os avatares de James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammet e Robert Trujillo, além de integrantes de outras bandas, como o Motörhead. O tom de caricatura não destoa com outros personagens clássicos da série, como Axel Steel e Casey Lynch. O jogador também pode montar seu próprio rock star.

As animações também estão muito mais naturais, graças às sessões de captura de movimentos, em que os próprios músicos atuaram para dar essa expressão corporal aos avatares (um dos vídeos mostra essa parte do processo). Os palcos são um show a parte: em um deles é reproduzida a capa de "Master of Puppets", com duas grandes mãos sobre um cemitério. Sonoramente, as gravações estão perfeitas, cristalinas e poderosas. Como se sabe, as mixagens de "Death Magnetic" em "Guitar Hero" se confirmaram melhores que as do próprio disco da banda.

Brasil tem melhor desempenho tecnológico da América Latina, diz relatório

da Folha Online

O Brasil foi o país da América Latina com melhor desempenho em tecnologia, de acordo com o relatório Indicador da Sociedade da informação (ISI) para a América Latina, realizado pela consultoria Everis, em parceria com a IESE Business School, da Espanha. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (24), são referentes ao primeiro trimestre de 2009.

A pesquisa constatou que 13,6% dos usuários de internet são assinantes de banda larga, o que representa um aumento de 2,4% em relação ao último trimestre do ano passado. Para cada 1.000 pessoas, há 391 usuários de internet, o que significa um aumento de 12,2% no número de internautas do país. Há, também, 16 domínios de internet para cada mil pessoas, um aumento de 22,3%.

Segundo os dados do relatório, a cada 1.000 pessoas, há 777 celulares, o que representa um aumento de 20,5%. Nesta proporção, foram constatados 232 computadores --um aumento de 19,5%. Para esse grupo, também há uma média de 3,3 servidores (aumento de 15%).

"Pelo segundo trimestre consecutivo, o Brasil foi o único país que melhorou sua pontuação em tecnologia e também liderou as melhoras do ISI. Na área social, o país se beneficiou da redução da taxa de desemprego e ainda foi o que menos aumentou o seu risco-país, chegando aos 422 pontos", afirma Teodoro López, vice-presidente da everis Brasil.

O executivo diz ainda que a projeção sobre tecnologia para 2010 é bastante otimista, já que a economia brasileira sofre menos interferência do mercado externo.

O ISI é um relatório trimestral criado e divulgado para o mercado, com o objetivo de avaliar periodicamente os avanços da tecnologia da informação, das telecomunicações e tecnologia na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, no México e no Peru.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Elis Regina - "Atrás da Porta"


Da TV Cultura, 1973
OS: PUTZZZZ [O.O]

Tava bom demais pra ser verdade ...

Uma auditoria realizada entre os meses de junho e novembro de 2008 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) constatou irregularidades no Programa Universidade para Todos (ProUni). O programa oferece bolsas integrais e parciais em instituições privadas de ensino superior a estudantes de baixa renda. Em contrapartida, as faculdades recebem isenções fiscais. Segundo relatório divulgado hoje (23) pelo TCU, foram identificadas falhas na comprovação e na fiscalização da renda dos alunos beneficiados.

Com o cruzamento de dados do ProUni, da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), a auditoria detectou bolsistas com renda pessoal superior a R$ 200 mil por ano. O relatório aponta ainda 1,7 mil estudantes com carros de luxo registrados em seu nome. A auditória também mostra que a apresentação de documentos é falha.

Em muitos casos faltam comprovante de renda, de residência e de renda familiar. Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, a malha fina do TCU tem problemas. Depois de dois ou três anos que o aluno ingressa no ProUni ele consegue um emprego, encontra um estágio, a vida dele muda. Não é possível que o TCU esteja sugerindo que esse aluno seja desligado do programa porque o objetivo do programa é justamente mudar a vida do estudante.

Outra falha apontada pelo relatório está na fiscalização das instituições de ensino participantes do ProUni. De acordo com o TCU, as instituições têm isenção fiscal mesmo quando todas as vagas destinadas ao programa não são ocupadas. Segundo o relatório, no exercício de 2006, a isenção fiscal referente ao ProUni alcançou R$ 1, 2 bilhão.

Enquanto isso, o percentual de vagas não-preenchidas chegou a 42% em 2008. Além do programa de bolsas, a auditoria abrangeu o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

Segundo o TCU, os cursos das áreas tecnológica e social, considerados prioritários por terem poucos profissionais em atuação, têm baixa procura pelo alunos beneficiados. O tribunal sugere que os dois programas sejam combinados para ampliar as oportunidades de acesso dos alunos.

O TCU determinou ao MEC que faça um controle melhor dos alunos beneficiários do ProUni e que a Secretária de Educação Superior (Sesu/MEC) implemente mecanismos para o preenchimento total das vagas ofertadas pelo programa. O tribunal também recomendou que o ministério reavalie a concessão da isenção fiscal dada as instituições de ensino.

Foi recomendado ainda que a Sesu incentive os estudantes a fazer os cursos das áreas tecnológica e social. Outra medida proposta é a coleta do número de CPF dos parentes dos candidatos a uma bolsa, para uma aferição precisa da renda familiar.

Segundo Haddad, os casos flagrantes precisam ser apurados um a um. As instituições já receberam ofício para chamar o estudante para que ele preste contas dessas informações. Como é a primeira grande auditoria que se faz é natural que identifiquemos problemas que possam ser superados com a ajuda inclusive com os órgãos de controle, disse o ministro.

Vi num fórum e não pude resistir (ctrl+c e ctrl+v)


Apocalipse - Futuro Imperfeito.

"Para começar com os Vilões Marvel, nada melhor que pegar o vilão que ja tem nome de destruição, Apocalipse. Um vilão classico e muito temido entre todos os herois, um vilão que nao se torna perigoso apenas corpo a corpo e mentalmente, mas pode lhe prometer um futuro totalmente desastroso.

Apocalipse poder ser considerado como o mutante mais antigo (mas não é). Nasceu no antigo egito, por essa questao que a maiorias dos temas do X-Men que citam o Apocalipse, abordam o algumas tematicas egicipias.

Uma historia complexa, que eu contando via ficar meio complicado, mas se voces forem atras e pesquisarem melhor, vao perceber que é uma historia muito gostosa de ler, ainda mais para quem gosta de coisas antigas e coisas egipicias.

Nasceu e foi deixado no deserto e foi achado por criminosos, la foi criado e perceberam que nao era normal, tinha força e resistencia alem do normal, e foi criado como um dos melhores da tribo até ficar adulto, neste tempo, envolve umas brigas com Kang, o Conquistador, que este sabia do futuro de Apocalipse, e veio para ser seu mestre, mas falhou em seu objetivo.

Com uma visão do Deus Seth, Apocalipse tem o objetivo de se tornar o maior de todos e conquistar tudo. A partir dai o verdadeiro poder de Apocalipse começa a surgir.

Vivendo durante varias eras, Apocalipse começa seu objetivo de conquistar varios planetas, acontecendo guerras e conflitos por todos os lados. No meio de tudo isso, os Askani, mutantes do futuro (sim, Cable e amigos), combatem Apocalipse a todo custo para ele nao acabar com o futuro de todos. E ai começa a briga de futuro, presente e passado, muita dessas historias que mostram a briga dos Askani com o Apocalipse, foram mostrados mais adiantes em algumas historias, que ja envolve Scott e a Jean Grey, Cable, varios clones, Sr. Sinistro e muitos outros.

Quando Apocalipse começa a viver na era normal, ele começa a recrutar seus Cavaleiros. O Anjo ja foi um Cavaleiro do Apocalipse e se tornou o Anjo da Morte. Entre outros Cavaleiros, ja teve o Wolverine, Gambit, entre outros.

Em uma linha alternativa de historias, Apocalipse consegue conquistar boa parte do mundo, e começa uma das melhores historias dos X-Men, a Era do Apocalipse.

Apocalipse faz parte dos X-Eternals, que sao os mutantes mais antigos e imortais.

Sim, é uma historia complexa, que se vcs querem entender mais, nao se limitem a ler somente este topico.


Poderes:
- Força e resistencia sobre humana.
- Voo.
- Transmorfo.
- Manipulação de energia.
- Telecinese e telepatia.
- Fator de Cura.
- Teletransporte.
- Genio."

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Personagens de "Star Wars" roubam a cena na ILM, em San Francisco

(retirado da uol.com.br)

O tema das entrevistas era "Star Trek", mas no visual da Industrial Light and Magic o que chamava a atenção era a série de filmes espaciais tida por muitos como rival, ou seja, "Star Wars". Não é para menos . A ILM, com sede em San Francisco, EUA, tem a turma de Yoda e Darth Vader como carro-chefe desde sua fundação nos anos 1970, e foi criada por ninguém menos que George Lucas.

Passados os anos, o currículo da companhia especializada em efeitos visuais é extenso, com títulos populares como "Parque dos Dinossauros", e séries como "De Volta para o Futuro", "Indiana Jones", "Piratas do Caribe" e "Harry Potter".

A primeira produção da ILM, de 1977, é "Star Wars", que arrebatou o Oscar de efeitos visuais. Já em 1982 foi a vez de "Star Trek II – A Ira de Khan", o primeiro dos vários da franquia que viriam depois. Contrariando expectativas, "Star Trek" bate "Star Wars" por 9x6 no número de produções assinadas pela companhia. Mas não vence as referências espalhadas pela sede da empresa.

Não que os funcionários trabalhem vestidos como "jedis" ou com sabres de luz em punho. Ao contrário, o interior do escritório da ILM tem a "cara" de uma empresa comum, com direito a crachás e elevadores convencionais. Mas logo na entrada, ao ar livre, aparece um detalhe: a estátua de Yoda, como um totem, tem lugar privilegiado acima de uma cascata.



Ao passar pela porta, no saguão principal, outro destaque, em tamanho real: a figura de Darth Vader fica ao lado de uma estante cheia de miniaturas e prêmios "Star Wars". Ao longo dos corredores, no entanto, a "disputa" espacial fica um pouco mais equilibrada, quando miniaturas usadas em outros filmes entram em cena.

O "tour" aconteceu no caminho para as entrevistas e teve como "guia" um funcionário da ILM, responsável por apontar e descrever rapidamente miniaturas como a de bichos pré-históricos usados para estudos em "Parque dos Dinossauros", o protótipo do monstro de "A Múmia", o boneco de "E.T , o Extraterrestre" sobre a bicicleta, a casinha com ares mal-assombrados de "Desventuras em Série" e uma estátua da Fada Azul de "A.I - Inteligência Artificial". Tudo exposto entre inúmeros cartazes de "Indiana Jones" e outros filmes.

Sobre "Star Wars", logo apareceram mais personagens: o boneco de C3PO e a cápsula onde Han Solo foi aprisionado, com o formato de seu corpo. Por sua vez, "Star Trek" ganhou uma homenagem de peso, com a miniatura pendurada da Enterprise, a mesma que ganhou atenção especial da equipe de efeitos especiais.

O desequilíbrio em vantagem para "Star Wars" ficou ainda mais evidente durante entrevista com John Goodson, artista digital, e David Nakabayashi, diretor do departamento de arte e de efeitos visuais. Apesar de terem construído com dedicação artesanal a Enterprise, modelo da nave em vários longas "Star Trek", e de terem participado de perto do processo para digitalizá-la neste último filme, ao falar sobre espaço, eles não escondem as referências. "Somos fãs de 'Star Wars'", afirmou sorrindo, Nakabayashi.

Série "CSI" vai virar filme nos Estados Unidos

O ator William Petersen, que interpretou Gil Grissom na série investigativa "CSI", falou em entrevista nos EUA que vai ser feito um longa-metragem sobre o seriado.

Seu personagem saiu na nona temporada (atualmente em cartaz no canal pago AXN) e foi substituído por Laurence Fishburne, mas é possível que ele volte no ano que vem. Petersen permanece como produtor-executivo.

"Estamos buscando a história certa para contar. E não podemos esperar 'CSI' terminar ou Grissom vai ter uns 90 anos."


Susan Boyle?

(retirado do uol.com.br)


Em uma semana, Susan Boyle foi do karaokê e do coral de sua igreja à fama global e a um convite para participar do programa de Oprah Winfrey.

A escocesa de 47 anos, que afirma nunca ter sido beijada, ganhou celebridades como fãs e milhares de admiradores --incluindo um número considerável de homens-- desde que surpreendeu os jurados do programa da TV "Britain's Got Talent".



A fama da cantora teve ajuda da tecnologia. Um clipe da apresentação foi visto mais de 12 milhões de vezes no YouTube.

"Susan apenas canta sempre que pode", disse Jackie Russell, gerente de um hotel em BlackBurn, Escócia, onde Boyle canta no karaokê de vez em quando. "Não fomos surpreendido pelo talento dela, mas pela reação ao redor do mundo."


Até recentemente, poucas pessoas de fora da vila de Blackburn tinham ouvido falar de Boyle, que vive na casa modesta que dividia com sua mãe viúva, morta há dois anos. Nos últimos dias, ela apareceu em TVs do mundo todo. A atriz Demi Moore é uma de suas fãs.

"Tem sido surreal para mim", disse Boyle à Associated Press. "Vou aparecer no 'The Oprah Wimfrey Show", na CBS e outros canais norte-americanos."


"Não imaginei que haveria essa reação, apenas subi no palco e me apresentei."

"Fiz isso pela minha mãe", disse Boyle. "Eu queria mostrar a ela que poderia fazer algo de minha vida."

Boyle conquistou milhares de telespectadores --exatamente como ela derreteu o coração do jurado mais cruel da televisão, Simon Cowell -- com sua interpretação de "I Dreamed a Dream" em um episódio do programa "Britain's Got Talent". O vídeo tomou a Internet de assalto.

A platéia do programa riu quando Boyle apareceu no palco com o cabelo encaracolado e com um vestido desalinhado.

Ela disse ao público que "nunca foi beijada --uma vergonha, mas não é propaganda!". E atraiu olhares céticos quando disse que gostaria de ser uma cantora profissional, como a estrela da Broadway Elaine Page.

Então ela começou a cantar "I Dreamed a Dream", do musical "Os Miseráveis". Sua voz ascendente atraiu olhares assustados e então sorrisos de satisfação dos jurados Cowell, Amanda Holden e Piers Morgan. A platéia aplaudiu a apresentação de pé.

Cowell descreveu a cantora como "extraordinária". Morgan disse que a performance "impressionante" foi "a maior surpresa que tive em três anos de programa".

"Eu mal posso me lembrar do que aconteceu naquela noite, já que fiquei de olhos fechados a maior parte do tempo", disse Boyle. "Eu realmente não me dei conta do que estava acontecendo."

terça-feira, 21 de abril de 2009

Físico Stephen Hawking é internado em Cambridge

O britânico Stephen Hawking, um dos mais conhecidos físicos do mundo, está muito doente e foi internado ontem em um hospital na Grã-Bretanha, segundo um representante da Universidade de Cambridge ao qual ele é ligado.

Gregory Hayman, chefe de Comunicações da Universidade de Cambridge, afirmou que Hawking, 67 anos, está passando por exames. Segundo o porta-voz, o cientista, que sofre de uma doença degenerativa, "não está bem há algumas semanas". O professor já tinha cancelado uma visita a uma universidade americana no dia 6 de abril devido ao seu estado de saúde.

Hawking trabalha no Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica da Universidade de Cambridge há mais de 30 anos.

Aposentadoria
"O professor Hawking é um colega extraordinário. Todos nós esperamos que ele volte para em breve", disse o professor Peter Haynes, chefe do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica.

O autor do best-seller internacional Uma Breve História do Tempo fala com a ajuda de um sintetizador de voz, tem três filhos e um neto. Ele ocupa o cargo de professor Lucasiano de Matemática, uma cátedra especial da Universidade, criada em 1663. Entre os cientistas que já ocuparam este posto está Isaac Newton.

Em 2007 foi anunciado que Hawking deixaria o cargo em Cambridge, pois a política da universidade é de aposentadoria para os professores que têm este título aos 67 anos. No entanto, Hawking afirmou que pretende continuar trabalhando.

“Crise” e “oportunidade” são representadas pelos mesmos ideogramas chineses, como se ouve muito em palestras inspiradoras para empresários. Segundo a velha sabedoria chinesa, o azar de uns pode ser a sorte de outros, o que para uns é desastre para outros é bênção.

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Quando querem dar uma ideia da crise econômica na Alemanha durante a República de Weimar(!!!), sempre recorrem à mesma imagem: a hiperinflação era tamanha, que para se comprar um pão na padaria era preciso levar marcos num carrinho de mão. O valor de tudo era medido em carrinhos de mão cheios de marcos, e eram necessários cada vez mais carrinhos de mão para carregar os marcos cada vez mais desvalorizados. Pode-se imaginar os carrinhos de mão engarrafando o trânsito nas ruas de Berlim. E todos se queixando da situação, dizendo que aquilo não podia continuar, que era preciso um governo forte para acabar com aquilo, que assim não dava mais etc.

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Todos, menos o Kurt. O Kurt estava feliz. Enquanto à sua volta os outros perdiam dinheiro e se lamentavam, o Kurt prosperava e exultava. Sua pequena indústria crescera e não parava de crescer. Em vez de desempregar, Kurt empregava. E enriquecia em meio à crise. Como aquilo era possível?

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Kurt, claro, tinha a única fábrica de carrinhos de mão da Alemanha.

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Li que em Nova York tem uma empresa prosperando como a do Kurt na parábola acima. Ela faz sacolas elegantes, mas simples, de aspecto neutro e sem nenhuma inscrição, para substituir as sacolas que as lojas de grife davam para seus clientes levarem as compras. Assim, os clientes podem andar na rua sem o risco de serem confundidos com banqueiros de Wall Street, ou suas mulheres, gastando suas gratificações imerecidas pagas pelo contribuinte, enquanto o contribuinte pena. Crise e oportunidade.

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Na Idade Média, era comum os padres mandarem os pecadores jogarem cinza sobre a cabeça, em sinal de contrição, depois de se confessarem. Desenvolveu-se um rico comércio de cinza na saída das igrejas. Em todos os últimos governos dos Estados Unidos tinha gente da financeira Goldman Sachs cuidando da economia. Um ex-diretor da Goldman Sachs, Henry Paulson, era o secretário do Tesouro do Bush quando a crise estourou. Receitou ajuda do governo para todos os bancos combalidos, menos para o Lehman Brothers, grande rival do Goldman Sachs, que deixou quebrar.

Agora o Goldman Sachs é o primeiro dos combalidos a declarar que saiu da crise. Há quem diga que o primeiro dever de qualquer secretário do Tesouro americano, incluindo o do Baraca, é proteger o Goldman Sachs. Mas é o mesmo tipo de gente maliciosa que desconfiava de que a Igreja lucrava com o comércio de cinza.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Protógenes deve ser aposta eleitoral do PSOL em 2010

Para muitos, o delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz, ex-comandante da Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, está usando o PSOL para se salvar das acusações de ter bisbilhotado ilegalmente jornalistas, ministros e autoridades dos três poderes. Mas o partido, que ganhou fôlego com o ingresso de dissidentes do PT após o escândalo do mensalão, enxerga no delegado a sua tábua de salvação.

Em conversas com amigos, o próprio delegado tem superestimado seu potencial eleitoral. Protógenes diz que foi convencido pelos líderes do PSOL de que, embalado na bandeira do combate à corrupção, alcançará a marca de 1,5 milhão de votos em uma eventual disputa por uma vaga de deputado federal por São Paulo no ano que vem.

O PSOL, por sua vez, aposta que o ex-chefe da Satiagraha, com a sua fama de "justiceiro", alcance um desempenho duas vezes superior ao conquistado pelo ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) na urnas em 2006. Na época, o ex-prefeito paulistano foi o deputado mais votado, em números absolutos, atingindo a marca de 739 mil votos.

Problemas crescem

Os problemas crescem em torno de Protógenes. Ontem, a imprensa revelou que ele viajou com passagens aéreas do gabinete da deputada Luciana Genro (PSOL-RS), pagas pela Câmara. Outros parlamentares da legenda podem ter feito o mesmo, mas só Luciana admitiu, ressaltando não ver nenhuma irregularidade. Protógenes não explicou por que usou os bilhetes da parlamentar, justamente em meio ao escândalo da "farra das passagens" no Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Jackie Chan defende controle do governo chinês

Jackie Chan não está tão certo assim de que os inúmeros apelos por mais liberdade na China deveriam vingar.

Nativo de Hong Kong, o ator, roteirista, coreógrafo e diretor - conhecido por papéis que lhe cobraram as afiadas habilidades marciais - foi questionado sobre o assunto em uma conferência no Boao Forum for Asia (BFA), que aconteceu entre 17 e 19 de abril, na cidade chinesa de Boao.

"Não tenho certeza se é bom ter liberdade ou não. Estou muito confuso agora. Se você é muito livre, termina do jeito que Hong Kong está agora. Bastante caótica. Taiwan também é um caos", argumentou o artista, em relato publicado no site da revista Variety.

Chan não é o primeiro natural de Hong Kong (que, em 1997, passou ao controle da China, após 99 anos sob controle britânico) a assumir uma linha pró-Pequim (capital do país). Desgostoso com fatores como a falta de personalidade da juventude chinesa ("ela gosta das coisas dos outros; não quer saber de suas próprias"), o astro de O Reino Proibido acredita que uma maior supervisão do governo central pode cair bem a esta altura do campeonato. "Estou gradualmente começando a sentir que precisamos estar sob controle. Quando isso não acontece, nós simplesmente vamos fazer o que bem entendermos."

A China, às voltas com denúncias de abuso dos direitos humanos, é alvo constante de críticas por manter filtro em sites como Google e YouTube. A plateia de Chan no BFA, no entanto, reagiu com aplausos à declaração. Estavam ali, basicamente, empresários chineses.

Mas o ator não deixou de cutucar a indústria tecnológica - ainda precária, a seu ver - do país natal. "Se precisar comprar uma TV, definitivamente procuro uma japonesa. Uma TV chinesa pode explodir do nada."

No começo de abril, Chan divulgou detalhes de Big Soldier, produção de US$ 25 milhões (R$ 56 mi) na qual irá produzir, roteirizar e protagonizar. Todo filmado na China - com idioma e elenco nacionais -, o filme é uma volta às raízes do astro, que por anos fez a fama em Hollywood com produções como a franquia A Hora do Rush.