quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Muito Legal!!!

Julieta Venegas (Long Beach, Califórnia, 24 de novembro de 1970) é uma cantora mexicana.

Nascida nos Estados Unidos, Julieta cresceu e viveu toda sua infância em Tijuana (México), onde começou seus estudos musicais. Sua primeira turnê foi com o grupo Chantaje que combinava ska e reggae. Com 22 anos foi para a Cidade do México, onde combinou a composição para o teatro com música ao vivo, primeiro com a banda chamada Lula, posteriormente com La Milagrosa e, a continuação, já como Julieta Venegas.

Seu primeiro álbum como solista, gravado em Los Angeles, data de 1997 e reúne 5 anos de trabalho. Em 2005 foi nomeada para o Grammy de melhor álbum de rock latino e ganhou o prêmio latino Revelação da Academia de Música da Espanha. Com três trabalhos discográficos solos no mercado (em 2005), "Aquí", "Bueninvento" e "Sí", Venegas estabeleceu uma estreita relação com a Espanha e colaborou com músicos deste país, como Pedro Guerra, Enrique Bunbury, Mastretta e Víctor Manuel.

Compositora versátil, já escreveu também música para o teatro e o cinema. Em 2006 foi nomeada para quatro categorias do Grammy incluindo melhor álbum do ano, com “Limón y Sal”. Ganhou na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa. Em 2006 participou do Acústico MTV gravado pelo cantor brasileiro Lenine. Em 2008 gravou seu disco MTV Unplugged onde entre outros canta junto com Marisa Monte.





Teve participação no álbum tributo a Andrés Calamaro intitulado "Calamaro Querido! (Cantando Al Salmón)" lançado no ano de 2006. Neste álbum duplo interpreta a primeira canção do volume 1 intitulada "Sin Documentos". A mesma versão desta música pode ser encontrada no seu álbum solo Limón y Sal lançado neste mesmo ano.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Avô em playground - L.F. Verissimo

(retirado da Zero Hora do dia 23 de novembro de 2009)

Uma das eventuais missões de avô, Zuenir, é acompanhar a neta a playgrounds e ficar de olho enquanto ela se mistura com outras crianças, sobe e desce de brinquedos, corre, cai, chora, se levanta – enfim, interage com o mundo e com os outros. Pode ser uma experiência desconcertante, para o avô. Um playground cheio de crianças é um microcosmo em que todos os impulsos e calhordices da humanidade são reproduzidos em estado puro, sem dissimulação. Alianças são feitas e desfeitas em minutos, os mais fortes ou mais ativos impõem sua vontade, e, como no mundo dos adultos, os piores conflitos parecem sempre passar pela questão da propriedade. Desconfio que John Locke desenvolveu sua teoria sobre o instinto da propriedade acompanhando uma disputa sobre baldes e pazinhas em algum playground inglês do século 17.

Corta o coração de um avô ver o primeiro encontro da neta com a realidade de que o que é do outro é do outro, e só será compartilhado por um raro ato de altruísmo. Isto vale tanto para baldes e pazinhas quanto para bolas, bonecos, lugares na fila do escorregador e latifúndios improdutivos.

Avô em playground precisa ter, antes de mais nada, autocontrole. Deve resistir à tentação de socorrer a neta cada vez que ela cai, abraçá-la e tentar convencê-la a não sair mais do colo do vô, que é o lugar mais seguro da Terra. Também deve resistir à tentação de dar um sutil empurrão no garoto que insiste em não desocupar o balanço, ou interferir quando a menina maior não deixa a sua neta colaborar nos seus bolinhos de areia. Inclusive indo lá e, disfarçadamente, pisando nos bolinhos. O correto, claro, é deixar a neta descobrir sozinha como se defender e como se impor. Mas aí entra outra consideração: sua neta só aprenderá a sobreviver à truculência e à prepotência dos outros se também se tornar um pouco truculenta e prepotente. E você jamais aceitará que sua neta não tenha o melhor caráter do playground, além de um inato senso de justiça.

Outra coisa: avô em playground deve tentar evitar o ridículo. Ele é um estanho no meio, e estará sob constante observação crítica de mães e babás. Em hipótese alguma deve se oferecer para descer junto com a neta no escorregador, temendo que ela caia, e arriscando o vexame. E nunca fazer um discurso contra o egoísmo e a falta de solidariedade no mundo antes de confiscar um balde e uma pazinha para sua neta.

Passe em casa - Tribalistas

Eu tava viajando um poco agora pela manhã e comecei a lembrar duma músiquinha que quase ngm dava bola, dos Tribalistas, que eu adorava de tão inusitada... confiram até o final... é muito bom! [=D]

Recomendo!

BAH!eu não sabia que era o Basso cantando! [O.O]

Muito surpreendente foi pra mim, ver o Basso cantando "modern kid"... até me engano! pensei que fosse alguma coisa perdida do Morrissey [xD]

Vale a pena conferir

Uma lenda! eu demorei, mas voltei! \o/

Seguinte, semestre acbaando... cadeira passando... agora é prepara pras férias... não é uma música muita praiera, mas é uma boa preparação[^^]. segue abaixo um video duma muzca bem legal do arrows (sim, a música é deles).