sábado, 31 de maio de 2008

Festinha! Festinha!

Hoje estou na festa da Magali, que vai estar muito bala *-*(assim espero)
Qualquer coisa, estou com o celular do meu pai *-*
see yah
\o

sexta-feira, 30 de maio de 2008

"Sou contra!"

Caramba! Estava lendo a Zero Hora e o colunista David Coimbra resumiu MUITO BEM o que penso sobre CPI. É de morrer de rir, pra não chorar.^^.
Boa Leitura

"Sou contra a CPI. Qualquer CPI. O instrumento da CPI deveria ser retirado do Legislativo, antes que ela, a CPI, acabe com ele, o Legislativo.

A CPI tinha a sua função e a sua utilidade, até que uma deu mais certo do que se esperava. A do Collor. Quando Collor caiu, década e meia atrás, todos os deputados, senadores e vereadores do Brasil se ouriçaram. Compreenderam que tinham nas mãos uma arma capaz de abater presidentes. Desde então, as CPIs têm se multiplicado como se multiplicam as ratazanas do esgoto. Nenhuma deu resultado. As CPIs não servem para nada.

Para a sociedade, a CPI é inútil por razões óbvias:

1. A apuração a que ela se propõe já foi feita pelo Ministério Público, pelo Judiciário ou pela polícia.

2. O Legislativo não tem instrumentos ou capacidade para fazer diligências tão bem quanto os órgãos de investigação.

3. O Legislativo não tem competência para investigar nem quando investiga a si próprio. Porque, neste caso, falta-lhe independência: ou o investigado é amigo, ou inimigo.

É claro que isso pouco importa aos parlamentares. O que um parlamentar pretende, ao pedir ou ao instalar ou ao participar de uma CPI, não é descobrir algo. Ele sabe que uma CPI não desvenda nada, não esclarece nada. O que o parlamentar pretende é atingir o governo. Qualquer governo, de qualquer partido, não importa. Uma CPI sempre é uma espingarda política da oposição.

Só que nem para isso a CPI serve mais. A presunção de que "os políticos são corruptos" se espargiu pela sociedade e se transformou em conceito. Ninguém se escandaliza com um roubinho eventual, ninguém mais sabe se dez milhões é muito ou pouco, porque, para o cidadão comum, não será surpresa um político roubar. Será surpresa se ele não roubar. Sendo assim, quem se importa com as CPIs que permanentemente rondam os aliados de Yeda e Lula? As pessoas sabem que é tudo encenação, que tudo aquilo não passa de masturbação legislativa. O Legislativo não trabalha mais para a sociedade brasileira, trabalha em função de si próprio. É a política pela política, a política parnasiana, parasita, tacanha e pobre.

O Legislativo brasileiro transformou-se num aleijão por causa da CPI. As grandes questões do país estão dormindo nas gavetas, enquanto os deputados fazem pantomima diante das luzes das TVs. Chega de CPI! Proíbam CPI! Sou contra CPI!"


(David Coimbra)


é apenas um trecho, se quiserem ver a coluna na integra, cliquem aqui

Bom dia^^

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Led Zeppelin *-*

estou buscando esse blue ray ou o HD DVD *-*
se alguem tiver noticias deles, me avise urgentemente


Leia matéria sobre o material no site do Led Zepellin

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Pensamentos - Albert Einstein

"O primeiro dever da inteligência é desconfiar dela mesma."

"Uma pessoa inteligente resolve um problema, um sábio o previne."

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."

"Todo mundo age não apenas movido por compulsão externa, mas também por necessidade íntima"

“As vezes me pergunto como pôde ter acontecido de eu ter sido o único a desenvolver a Teoria da Relatividade. A razão, creio eu, é que um adulto normal nunca pára para pensar sobre problemas de espaço e tempo.”

“A natureza é extremamente simples, se conseguirmos encará-la de modo apropriado… Essa crença tem me auxiliado, durante toda a minha vida, a não perder as esperanças, quando surgem grandes dificuldades de investigação.”

“Deus é a Lei e o legislador do Universo.”

“Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio: e eis que a verdade se me revela.”

A mais "instigante", como diria Telmo Travassos (Eron Dal Molin, Pop Rock), na minha opinião é essa:

“A coisa mais bela que o homem pode experimentar é o mistério. É esta a emoção fundamental que está na raiz de toda a ciência e arte.”

Tenham um bom dia ^^

terça-feira, 27 de maio de 2008

DEXPOT - Fastutorial

Você também já teve a sensação de que a tela do computador simplesmente estava cheia demais? Mesmo que uma máquina tenha recursos de sobra, manter várias janelas abertas, como navegador, player Mp3, gerenciamento de arquivos, mensagens instantâneas, etc. é um desafio à concentração do usuário. Para este tipo de situação, os softwares de desktops virtuais (que multiplicam a área de trabalho do computador), são uma boa solução. Neste tutorial, vamos conhecer o Dexpot, que tem esta funcionalidade.

1. O Dexpot pode ser baixado em seu site oficial. Ele é totalmente gratuito e compatível com todas as versões do Windows.

2. Quando o software for executado, um ícone representando o mesmo estará disponível na área de notificação do sistema. É a partir do menu do software (botão de contexto do mouse) que todas as funcionalidades do mesmo são alcançadas. Você poderá
mudar de área de trabalho (os ícones de cada área são sempre os mesmos), ativar um pequeno menu automático de escolha (Desktop Manager) ativar um slideshow com os desktops disponíveis (Desktop Slideshow), ver a lista de softwares que cada área de trabalho apresenta (Desktop Windows) e entrar nas opções do software (Options).


3. Guia General: Nesta guia de opções, você poderá definir quantas áreas de trabalho virtuais serão mantidas (Number of desktops - até 20!), qual será a área de trabalho padrão (Initial destkop), se o software será lançado com o Windows (Start automatically with Windows) e se a tela de introdução do mesmo será exibida (Hide splash screen).


4. Guia Appearance: Nesta guia, você poderá escolher como o Dexpot deverá ser exibido na área de notificação do sistema, sendo que cada ícone representa funcionalidades distintas (Tray icon), se o Dexpot fará parte dos menus de contexto dos softwares (Add Dexpot entries to the system menus of all windows) e que ação o duplo clique no ícone do Dexpot fará (Double-Click on a Dexpot system tray icon opens). A ação padrão é abrir o menu de áreas de trabalho em toda a tela.

5. Com o Dexpot fazendo parte dos menus de contexto dos programas do Windows, é fácil gerenciar quais softwares devem ir para cada área de trabalho.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Missing

SIM! Eu gosto de ler as colunas do Verissimo na Zero *-*
Vo posta algumas que conseguir, quando conseguir, ler no serviço ^^'

(retirado da Zero Hora, 26 de maio de 2008)


Joseph Conrad costumava acompanhar as informações sobre o tráfego marítimo nos jornais. Procurava notícias de barcos que conhecia ou em que tivesse trabalhado nos seus tempos de marinheiro. Encontrar o nome de um barco que tripulara na mocidade devia ser como descobrir o nome de uma antiga namorada numa crônica social, casada com outro. Mas o mais pungente nos relatos diários de partidas e chegadas, para Conrad, era o aparecimento da ominosa palavra "overdue" - atrasado - junto ao nome de um barco. Estar "overdue" era estar à beira de um grande alívio ou de uma grande tragédia, pois só uma de duas palavras substituiria o temido adjetivo no noticiário: "arrived", chegado, finalmente, ou "missing", desaparecido.


Havia um tempo predeterminado para um barco "overdue" passar a ser descrito como "missing", e o progresso de uma condição a outra dava à leitura de um simples registro comercial a mesma sensação de um emocionante folhetim diário. Na falta de notícias de uma chegada ou de uma tragédia comprovada, não havia um tempo predeterminado para o epíteto "missing" ser abandonado. Ele perdurava ao lado do nome do barco como uma sombra, dia após dia, e o barco permanecia desaparecido, nas palavras de Conrad, "num mistério grande como o mundo". Ou pelo menos como o mar.

Hoje os perigos do mar continuam os mesmos mas qualquer caíque sabe sempre exatamente onde está, e pode transmitir sua localização e sua condição em segundos. E mesmo quem não enfrenta os mares misteriosos pode dizer o espaço que ocupa na paisagem com precisão. Então, por que esta sensação de estarmos "overdue" em algum indefinível porto seguro do qual partimos e cujo caminho de volta nunca mais reencontramos, perdidos num mistério cada vez maior?

Ao contrário dos nossos barcos, continuamos sendo matéria de especulação literária. Há uma crise não só de velhas certezas ideológicas e morais mas de velhas certezas científicas também, e não passa dia em que não se descubra que o Universo não é nada do que se pensava, ontem. Não admira que as pessoas cada vez mais renunciem ao racional - que, afinal, nos deu o satélite rastreador mas nos deixou mais desorientados do que antes - e busquem o místico, o tribal e o maluco. Na falta de instrumentos precisos para mapear a angústia apela-se de novo para entranhas de pássaros, deuses selvagens e a anulação dos sentidos.

No tempo de Joseph Conrad os barcos guiavam-se pelos astros e pela força magnética, que os primeiros elizabetanos que a estudaram a fundo chamavam de alma da Terra. Mesmo longe de qualquer porto ou socorro, ou de qualquer redenção para a sua culpa, nenhum herói embarcado de Conrad tinha razão para duvidar das estrelas sobre a sua cabeça ou da bússola à sua frente, ou dificuldade em identificar seu lugar no mundo.

(Luís Fernado Verissimo)

domingo, 25 de maio de 2008

Transcrevendo - Álgebra de Boole

Na França do século passado, um filósofo chamado George Boole desenvolveu uma sistemática de análise de situações bastante peculiar. Para o equacionamento e resolução de seus problemas, o filósofo analisava cada ponto envolvido na questão e os atribuía apenas duas hipóteses completamente opostas. Exemplos:

Um típico problema analisável pela lógica de Boole está descrito abaixo:

Um fazendeiro chamado Bastião tinha dois celeiros, um no lado norte da sua fazenda e outro no lado sul, um lobo, um bode e vários pés de couve. Bastião trabalhava duro todo dia e ainda tinha que vigiar seus pertences pois lobos apreciam os bodes e bodes apreciam pés de couve. O pobre fazendeiro caminhava, várias vezes por dia, de um celeiro a outro, com as couves dentro de uma sacola em suas costas e com uma vara bem comprida nas mãos, onde numa extremidade estava amarrado o lobo e na outra o bode.

Este problema, analisado pela lógica booleana teria a seguinte estrutura:

1)Se o lobo é deixado com o bode, na ausência de Bastião, ele vai comer o bode.
2) Se o bode é deixado com os pés de couve, quando Bastião estiver ausente, ele vai comer os pés de couve.
3) Bastião, o lobo, os pés de couve e o bode podem estar no celeiro do norte ou no do sul.

George Boole, em sua tese, propunha o uso de variáveis binárias para o equacionamento e resolução deste tipo de problema e definia essas variáveis como sendo aquelas que podem assumir apenas dois valores.

O mundo, na época de Boole, usava seus estudos apenas na filosofia, mas desde o surgimento da Eletrônica Digital, as regras de Boole vem sendo a base fundamental para qualquer estudo nessa área.

Na matéria Eletrônica Digital I, vamos aprender a álgebra que Boole criou para a resolução de problemas equacionados em variáveis binárias e também como construir pequenos dispositivos capazes nos solucionar problemas dinâmicos como o do fazendeiro Bastião.